terça-feira, 24 de março de 2015

Tipos de pessoas tóxicas que você deve evitar



Você convive com elas o tempo todo: no seu trabalho, em eventos, na sua família. Pessoas tóxicas são aquelas que exalam algum tipo de sentimento ou característica ruim que pode afetar seu dia a dia.





Como qualquer tipo de toxina, você precisa limitar sua exposição a essas pessoas ou até mesmo cortar laços para se proteger. Segundo o site da revista "Inc.", esses sujeitos infelizmente não vêm com avisos ou alertas. Por isso, aqui vão alguns sinais para identificar esses tipos:

Pessoas arrogantes

terça-feira, 3 de março de 2015

Vem aí na tela dos cinemas: "Oya - Rise Of the Superorisha" (Oya - A ascensão do superorixá, em tradução livre)

Baseado na crença Santeria (que possui muitos aspectos da religião católica e do candomblé), o filme nigeriano foi escrito e está sendo dirigido por Nosa Igbinedion. No filme, a missão de Oya é encontrar uma garota capaz de abrir o portão entre os humanos e os orixás para que o mundo não caia em desgraça mas uma série de inimigos, que usam a religião de forma deturpada, tentam interromper os planos de Oya.


'Oya - Rise Of the Superorisha' é mais do que um filme é um movimento! Nosso objetivo é empurrar os limites dos filmes africanos e contar novas histórias. Que melhor maneira de fazer isso do que fazendo um filme de super-herói africano!”, afirma o anúncio no site oficial.

Veja o trailer:

segunda-feira, 2 de março de 2015

Investir no mundo digital lhe põe à frente no mercado



Nos últimos 15 anos, as tecnologias - principalmente as de comunicação - evoluíram numa velocidade nunca antes vista na história. No final dos anos 1990, aqueles computadores com monitores de tubo, brancos ou ligeiramente amarelados, eram artigos de luxo. Conexão à internet era algo caro, restrito, sem qualidade e, no fim das contas, não servia para muita coisa, já que a web, naquele tempo, era quase um deserto virtual (se tomarmos como referência o oceano de informações que temos à disposição hoje). Só alguns poucos visionários poderiam supor naquela época que, em menos de duas décadas, viveríamos conectados praticamente 24 horas, através de múltiplos dispositivos e por meio de uma infinidade de canais.


Compreender o ritmo e os cenários criados a cada novo ciclo desse movimento é indispensável para se integrar ao mundo. Isso vale para indivíduos, mas vale ainda mais para empresas. Se uma pessoa quiser não ter celular, não usar o Facebook e morar num mosteiro no alto do Himalaia, ela pode e, a seu jeito, vai viver muito bem. Se a padaria da esquina decidir que não vai se preocupar com o virtual, porque só vende para pessoas de carne e osso que vão ao seu balcão todos os dias, talvez não dure mais muito tempo, porque a concorrente do outro lado da rua avisa os clientes pelo Whatsapp sempre que sai uma nova fornada de pão quentinho e aí todo mundo acaba preferindo ir para lá.