domingo, 9 de novembro de 2014

Associação Comercial da Bahia recebe visita de Delegação da República Federativa do Congo



O EMUNDE acredita que a transversalidade entre as nações gera oportunidades, benefícios e desenvolvimento e, por isso, segue na luta por essas afirmações no intuito de quebrar paradigmas sociais que tanto desagrega e desvaloriza as periferias e seus habitantes. Sejam bem vindos congoleses!


Na última sexta-feira, 07 de novembro, uma comitiva da República Democrática do Congo, chefiada pelo ministro da Economia, Jean Paul Nemoyato. Os africanos foram convidados pela Associação Comercial da Bahia, em parceria com a Associação França Brasil, a Coordenação Nacional das Entidades Negras e a Pyhall Partners International. Na reunião, realizada na Vice-governadoria, em Salvador, foram tratados assuntos relativos à cooperação bilateral entre os dois países, com ênfase em ações realizadas na Bahia. 

Segundo governador em exercício, Otto Alencar, o Congo é um país com muitas riquezas naturais e tem grande potencial de crescimento. “O novogoverno estabeleceu critérios de controle da inflação, e eles vieram ao Brasil e à Bahia buscar a nossa experiência, inclusive as nossas políticas compensatórias e de investimento em vários setores. Conversamos sobre as relações com a Bahia e falei sobre nosso potencial nas áreas da indústria, comércio, mineração e agricultura”. 




O ministro da Economia do Congo, Juan Paul Nemoyato, disse que a delegação atende um convite da Associação Comercial da Bahia. “Chegamos esta manhã e tivemos a notícia da morte do presidente da associação, [o] que nos deixou muito tristes. Toda a delegação apresenta as condolências aos homens e mulheres de negócios da Bahia”. 

Segundo ele, o estado tem uma relação histórica com a África e há grande semelhança entre os dois países. “Nós apreciamos muito os esforços feitos, especialmente nos últimos 30 anos, que tornaram o Brasil um país que faz parte dos estados emergentes”. 


Nemoyato afirmou que “a República Democrática do Congo gostaria de se inspirar na experiência brasileira, principalmente nos setores de agronegócio, saúde, tecnologia, energia [e] agropecuária. Inclusive, na Bahia, há a expertise que pode ser aproveitada pela África. Por isso queremos desenvolver esta oportunidade de cooperação bilateral”.

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